05/11/2007

intervalo até que chova

Friedensreich Hundertwasser


dentro da minha cabeça.


8 comentários:

Metamorfose disse...

Pelas previsões, o intervalo vai ser grande...por aí não há chuva à vista, por cá chove que dá para nós e ainda cresce um pouco para vocês. Bom intervalo.

poetaeusou . . . disse...

*
deus queira
que chova
at� "isto" parar . . .
*
ji
*

gabriela r martins disse...

livra.te!!!!!!!!!!!!!!!!

vida de vidro disse...

Ah, bom! Porque se for até que chova cá fora, parece-me que vamos ter muito que esperar. **

paper-life disse...

Ohem meus amores, se eu precisasse de comentários tinha encontrado a fórmula exacta de blogar e encher-me deles: intervalar sempre. LOLOLOLOL

É que é muito rápido ler a palavra intervalo, né?

Eu fechei os comentários do post abaixo por ser longo e aquilo nem comentário merecer.
Foi desabafo no papel (à moda de hoje)

Beijos e que haja chuva !

bettips disse...

Pois eu li tudinho, lá abaixo. Nada espanta nesta selva. Espanta que eles, mosquitos e parasitas, sobrevivam à raiva que lhes temos. Que chova então, brisas e pérolas sobre o teu arte-guarda-chuva lindíssimo. Espero-te, ainda e sempre, num acaso. Beijinhos

paper-life disse...

Obrigada Bettips, atenta Senhora de palávras sãs. Forte como o vento. Doce como um rio.
Bjs :)

A.Tapadinhas disse...

Quem anda á chuva molha-se... se não tiver um chapéu adequado. Foi o que aconteceu comigo: não me escapou a beleza do chapéu mas não vi quem o assinava. Estive em Viena e com o conhecimento da filosofia de Hundertwasser, acho que passei a viver melhor. É esse o poder da Arte! E é esse o seu poder, minha amiga, com as coisas profundas que escreve.
António