
(...)
— "Ó Potestade, disse, sublimada!
Que ameaço divino, ou que segredo
Este clima e este mar nos apresenta,
Que mor cousa parece que tormenta?
Não acabava, quando uma figura
Se nos mostra no ar, robusta e válida,
De disforme e grandíssima estatura,
O rosto carregado, a barba esquálida,
Os olhos encovados, e a postura
Medonha e má, e a cor terrena e pálida,
Cheios de terra e crespos os cabelos,
A boca negra, os dentes amarelos." ...)
e os Portugueses venceram o (medo do) Adamastor.
*Os Lusíadas - Luiz de Camões
— "Ó Potestade, disse, sublimada!
Que ameaço divino, ou que segredo
Este clima e este mar nos apresenta,
Que mor cousa parece que tormenta?
Não acabava, quando uma figura
Se nos mostra no ar, robusta e válida,
De disforme e grandíssima estatura,
O rosto carregado, a barba esquálida,
Os olhos encovados, e a postura
Medonha e má, e a cor terrena e pálida,
Cheios de terra e crespos os cabelos,
A boca negra, os dentes amarelos." ...)
e os Portugueses venceram o (medo do) Adamastor.
*Os Lusíadas - Luiz de Camões
é desta raça Portugal e a nossa Gente. de vencer o que desconhece. teme e lhe é maior.
***-***
tal é o meu Amor. em crise. desde sempre.
mas capaz de ganhar. como na lenda
ao imaginário mas temível. medonho feio e invencível
cabo. Adamastor.
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